Campo Grande •23 de Março de 2017  • Ano 5
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Da redação | Quarta, 8 de Fevereiro de 2017 - 18h36Empreiteira refaz tapa-buraco danificado na CapitalServiço está sendo refeito pela empresa sem custo adicional para o município

(Foto: Divulgação/Prefeitura da Capital)

O prefeito Marquinhos Trad  vistoriou  no final da manhã desta quarta-feira o serviço de tapa-buraco que está sendo refeito pela empreiteira, sem custo adicional para o município. A chuva de ontem (7) destruiu o trabalho da empreiteira na Avenida Rachid Neder com a Rua  Padre João Crippa.

Foram  registrados  66 milímetros de precipitação pluviométrica  em um período curto nesta região da cidade, suficiente para  arrastar pedaços do pavimento, danificar  trechos da calçada, do meio-fio, além de alguns metros da rede de esgoto.

Ontem à noite, por orientação do prefeito, engenheiros da  Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISEP)  estiveram no local para fazer o levantamento preliminar dos danos. Eles acionaram a empresa responsável pelo serviço para deslocar   uma equipe  na primeira hora da manhã desta quarta-feira  e iniciar o trabalho de recuperação do  asfalto, sob a  supervisão de engenheiros da Prefeitura.

“Estamos fazendo o que é preciso para o trânsito voltar à normalidade. Estes serviços estão sendo reparados sem custo para Prefeitura de Campo Grande. Queremos serviços de qualidade e que durem pelo menos um ano. Estamos resolvendo o problema da infiltração, remoção da capa asfaltica, serviços de fresagem, para depois recapear esta malha viária”, explicou.

Segundo o engenheiro Edvaldo Aquino, supervisor do serviço de tapa-buraco, a empreiteira foi orientada a  refazer a base, reforçar a impermeabilização e, com isto, evitar que em caso de nova chuva com a mesma intensidade a  enxurrada volte ,a danificar o asfalto.

A Rachid Neder  fica em uma região que  nos últimos anos passou por um processo intenso de ocupação, principalmente a construção de edifícios residenciais, voltando a enfrentar problemas com alagamentos. Com isto , aumentou  a vazão do  Segredo,  ao  ponto do córrego transbordar  na rotatória com a Avenida Ernesto Geisel.

Engenheiros da SISEP explicaram que a drenagem da Rachid Neder foi dimensionada em uma época que os bairros no entorno não estavam tão povoados. Ela funciona como espécie de bacia de toda a água que desce dos bairros situados nas suas laterais. Com isso, a enxurrada vem rapidamente e a drenagem não consegue garantir o escoamento. Basta um meio-fio quebrado ou um bueiro entupido para água ganhar ainda mais velocidade e o asfalto acaba destruído.

Os engenheiros ressaltam que aumentar o diâmetro da tubulação não adiantaria, porque só pressionaria ainda mais  vazão no Segredo. A solução  dependeria do investimento na abertura de um bacia de contenção (um piscinão).

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