Campo Grande •24 de Setembro de 2017  • Ano 6
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
ALMS - Gestão para Pessoas

Da redação | Sexta, 12 de Maio de 2017 - 13h00Em MS, frentistas não podem abastecer acima do automáticoSindicato reforça campanha "Não passe do limite – complete o tanque só até o automático"

(Foto: Divulgação)

Para alertar frentistas e consumidores sobre os perigos para a saúde humana dos componentes químicos existentes nos combustíveis, especialmente o benzeno, que é cancerígeno, que podem ser inalados e provocar danos nas pessoas, o Sinpospetro/MS (Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso do Sul) está reforçando a campanha “Não passe do limite – complete o tanque só até o automático”, na Capital e no interior do Estado.

“Temos verificado que, infelizmente, o abastecimento depois da trava do automático continua ocorrendo em postos de combustíveis, quer por desconhecimento da legislação ou por insistência dos consumidores”, afirma José Hélio da Silva, presidente do Sinpospetro/MS.

A diretoria do sindicato pede para que o consumidor se conscientize também sobre os perigos que representam à saúde humana esses componentes químicos que exalam dos combustíveis, especialmente o benzeno, uma substância química transparente, altamente tóxica, que transforma em gás facilmente. “Seu vapor é mais pesado que o ar e pode se concentrar no nível onde estão as pessoas. Ele é inflamável, explosivo e altamente cancerígeno. Dissolve pouco em água e se fixa na gordura”, explica Gilson da Silva Sá, diretor do sindicato.

A diretoria do Sinpospetro/MS, segundo José Hélio da Silva, tem-se empenhado até com a distribuição de panfletos educativos em todos os postos de combustíveis de Campo Grande e pelo interior do Estado também. “Temos conversado bastante com nossos trabalhadores, frentistas e demais profissionais, sobre a importância de se respeitar esse requisito do abastecimento até a trava, que alías, já virou lei em Mato Grosso do Sul”, explica o líder sindical.

José Hélio da Silva alerta também que abastecer o tanque “até a boca” também prejudica o automóvel. O combustível excedente é armazenado no canister, dispositivo feito para absorver vapores gerados durante o processo de abastecimento. Quando o canister entra em contato com combustível na forma líquida, ocasiona falhas no motor, risco de queima da bomba de combustível, danos à pintura e desperdício.

A Lei Nº 4.574 de 24/09/2014, dispõe sobre a condição de abastecimento de veículos automotores, proibindo abastecimento após a trava automática de segurança das bombas.

Campanha – A campanha, lançada em 2014, conta com parceiros importantes como o Fórum de Saúde, Segurança e Higiene no Trabalho no Mato Grosso do Sul (FSSHT/MS) com apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Núcleo de Segurança e Saúde no Trabalho (SRTE/MS), do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), da Fundação Jorge Duprat e Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) e Sinpospetro/MS entre outras entidades integrantes do Fórum.

A Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul, entidade à qual o Sinpospetro/MS é filiado, também apoia essa campanha de saúde pública. “Iniciativas como essa, que visa a saúde e o bem-estar dos nossos trabalhadores em geral, têm nosso total apoio. Esperamos mesmo que possamos mudar essa cultura de encher o tanque até à boca, como normalmente é feito nos postos. O consumidor também precisa se  conscientizar e impedir isso, pelo bem da saúde de todos”, afirmou Idelmar da Mota Lima, coordenador da central em MS.

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