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Laureano Secundo | Segunda, 26 de Junho de 2017 - 12h03Cheques devolvidos é menor em MSEm maio percentual de devoluções foi de 2,15%, aponta Serasa Experian

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em maio/17 foi de 2,35% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,39% registrada em abril/17. Em maio/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,68% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em maio/17 foi de 2,75% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,70% registrada em abril/17. Em maio/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,13% do total de cheques compensados.

Em abril, a porcentagem de devoluções por insuficiência de fundos havia sido de 2,14%. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, o percentual de devoluções foi de 2,18% no país, sendo que o Amapá liderou o ranking com 18,69% e São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos: 1,73%

O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos em maio/2017 foi de 2,15% em relação ao total de cheques compensados. As informações são do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. O percentual sofreu ligeira alta em relação ao mês anterior, abril, quando registrou-se 2,14% de devoluções. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, a porcentagem de cheques devolvidos no país, em relação aos compensados, foi de 2,18%.

Em maio de 2017 foram 958.819 cheques devolvidos e 44.575.586 compensados. Em abril de 2017 haviam sido 815.503 cheques devolvidos por falta de fundos e 38.068.259 compensados.

 Segundo os economistas da Serasa Experian, a estabilidade da inadimplência com cheques reflete a atuação de duas forças antagônicas que, no curto prazo, se anula: por um lado, há a redução da inflação e dos juros, que favorece o recuo dos índices de inadimplemento mas, por outro lado, há o elevado nível de desemprego no país, que acaba atuando na direção contrária, pressionando para cima a inadimplência. Assim, dificilmente notaremos recuo mais significativo da inadimplência do consumidor se o desemprego não iniciar uma trajetória consistente de recuo.

 

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