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23 de maio de 2018 • Ano 7
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Luta Antimanicomial

Oficinas de arte serão levadas aos Caps da Capital

Projeto foi lançado neste 18 de maio, Dia Nacional da Luta Antimanicomial

18 Mai2017Mariel Coelho, em especial para o Diário Digital19h44
(Foto: Marco Miatelo)
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  • Coordenadora geral do projeto, Laura Miranda. (Foto: Marco Miatelo)
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  • Mônica Aparecida de Souza. (Foto: Marco Miatelo)
  • Coordenadora de Saúde Mental da Sesau, a Dr. Ana Carolina Guimarães. (Foto: Marco Miatelo)
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  • Maria Cícera Pereira. (Foto: Marco Miatelo)

Pacientes dos centros de atenção psicossocial (CAPS) participaram do lançamento nesta quinta-feira, 18 de maio, do projeto que levará para as unidades aulas de violão, música, teatro, dança artesanato, capoeira entre outras atividades.

Iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur) e Secretaria Municipal de Saúde Publica (Sesau). Durante o lançamento houve apresentações da Banda Municipal, da Orquestra Sinfônica e outras manifestações artísticas.

A coordenadora geral do projeto, Laura Miranda conta que as oficinas oferecidas ajudaram os pacientes a se interagirem mais com a sociedade. "As oficinas serão como uma forma de terapia para eles”.

Nesta semana cerca de 800 livros foram entregues no CAPS infanto juvenil, na inauguração da sala de leitura. Atualmente Campo Grande atende nos CAPS cerca de 2,425 pacientes.

Mônica Aparecida de Souza faz tratamento no CAPS da Vila Almeida há 10 anos contra depressão. Ela diz que o artesanato a ajuda a passar o tempo. "Me ajuda a ocupar a minha cabeça com outras coisas". Laura pinta panos de prato.

Já Maria Cícera Pereira de 53 anos, que faz tratamento contra esquizofrenia, conta que faz tratamento há pelo menos 2 anos e meio no CAPS II - Afrodite Doris Contis, e diz que o tempo que passa lá é muito bom.

“A minha família quase todos tem essa doença. Faço tratamento desde os meus 18 anos, mas a minha situação ficou mais difícil quando meu pai que também tinha a doença subiu em cima de uma árvore e se jogou de lá. Logo em seguida eu perdi meu marido e daí tive que procurar ajuda para tratamento. Comecei a tomar remédio, mas o dia que eu tomava não conseguia ir trabalhar, por que me dava muito sono, claro que o patrão não gostava. Meu médico então resolveu me afastar do serviço”, conta dona Maria.

Dona Maria Cícera mora de favor em uma residência diz também que o filho teve que abandonar a faculdade para trabalhar e poder sustentar a casa, e que para piorar a situação ela está sem receber o beneficio do INSS desde 2015.

 A Coordenadora de Saúde Mental da Sesau, a Dr. Ana Carolina Guimarães, conta que Campo Grande tem ampliado bastante a área que trata esses pacientes, mas que ainda é preciso ampliar mais “Antigamente o tratamento dos pacientes era feito de forma segregada. Mas que os pacientes precisam se integrar a sociedade. Hoje realizamos 2,400 consultas por mês, e trazer o artesanato foi muito bom para eles”, concluiu Ana Carolina. Essa ação será permanente nos seis CAPS que tem na Capital.

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