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20 de maio de 2018 • Ano 7
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Operação Midas

Depoentes negam relação com crimes da Operação Midas

Promotores ouviram empresários, vereadores e ex-vereador nesta terça-feira

20 Set2016Valdelice Bonifácio18h22
(Foto: Roberto Okamura)
  • Advogado Fábio Andrease que representa o empresário Ricardo Schetine Figueiredo diz que cliente não tem relação com fatos investigados
  • (Foto: Roberto Okamura)
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Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MS) tomam depoimento na tarde desta terça-feira, 20 de setembro, de pessoas intimadas na segunda fase da Operação Midas. Empresários, vereadores e ex-vereadores prestaram depoimentos acompanhados dos advogados. A operação que teve a primeira fase deflagrada em maio apura prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade documental.

Duas pessoas estão presas, o procurador da Câmara Municipal de Campo Grande e ex-secretário de Finanças da prefeitura André Scaff e sua esposa Karina. O processo corre em segredo. Porém, segundo informações extra-oficiais, os promotores estariam apurando se o patrimônio de Scaff é compatível com a renda declarada por ele, ou se houve, recebimento de verba ilegal.

Ao deixarem o Gaeco, os advogados dos depoentes pouco disseram sobre a operação ou em relação aos questionamentos feitos pelos promotores, apenas, apontaram a inocência de seus clientes em relação aos crimes investigados. No geral, eles afirmam que os promotores estão colhendo dos depoentes informações sobre Scaff.

O advogado Fábio Andrease que representa o empresário Ricardo Schetine Figueiredo informou que seu cliente não tem nenhuma relação com os fatos investigados. “Ele nada tem a ver com a operação em si, apenas foi chamado para prestar esclarecimentos sobre um investigado (...) Ele não está entre os investigados”, comentou o defensor.

Outro empresário intimado é João Henrique Amorim, que já esteve preso neste ano em decorrência da Operação Lama Asfáltica. O advogado dele Benedicto de Figueiredo foi ao Gaeco pedir informações sobre o processo para preparar o empresário para o depoimento.

Também compareceram ao Gaeco os advogados de André Scaff que permanece preso. Eles nada disseram sobre a situação do cliente.  

Prestaram depoimento também o ex-vereador Paulo Pedra e os vereadores Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB) e Flávio César (PSDB). Nenhum deles revelou teor dos depoimentos, mas negaram, por meio dos advogados, relação com os fatos em apuração. Logo na chegada, Pedra mencionou que “estava tranquilo” em relação ao depoimento. “Não sei do que se trata, mas estou absolutamente tranquilo”, assegurou.

Além das duas prisões e das 22 notificações para depoimento, a operação cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, sendo três, em Campo Grande e um, em uma propriedade rural no município de Nioaque. Os mandados foram expedidos pelo Juiz da 1ª Vara de Campo Grande.

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