Campo Grande •21 de Agosto de 2017  • Ano 6
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Da redação | Sábado, 5 de Agosto de 2017 - 15h11CPI do Táxi pede mais 90 dias para investigar alvarásQuatorze pessoas já foram ouvidas pelo colegiado que pode fazer reconvocações

(Foto: Marco Miatelo)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Táxi, instaurada na Câmara Municipal de Campo Grande para investigar as permissões de exploração do serviço em Campo Grande pediu à Casa de Leis a prorrogação dos trabalhos por mais 90 dias. O novo prazo irá a votação durante sessão da próxima terça-feira, 8 de agosto.  Até o momento, 14 pessoas já foram ouvidas pelo colegiado e a CPI pretende fazer reconvocações.

Em sessão realizada nesta sexta-feira, 4 de agosto, os vereadores aprovaram mais três nomes que serão convocados para as próximas oitivas: o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Janine de Lima Bruno; o presidente do Sindicato dos Taxistas do Estado de Mato Grosso do Sul (Sintáxi-MS), Bernardo Quartim; e o presidente do Sindicato dos Mototaxistas, Dorvair Boaventura de Oliveira Caburé.

Um depoentes da audiência desta sexta-feira foi o taxista Orocídio de Araújo. Ele explicou que iniciou sua empresa com três alvarás e adquiriu os demais alvarás através de transferência regulamentada pelo órgão competente, hoje, detentor de 15 alvarás, contou sua trajetória no ramo do táxi. “Iniciei minha empresa com três alvarás, adquiri o restante dos meus alvarás através da transferência regulamentada pela Agetran. Para realizar essa transferência de alvará de funcionamento é levado em conta o valor do carro, do rádio e do telefone, o valor do alvará nunca existiu”, frisou.

Já Maria de Lourdes Dantas Ferreira, detentora de um alvará através de transferência afirmou que vive atualmente da renda do táxi. “Vivo da renda do táxi, trabalho no ponto 31 na Praça São Francisco desde 1985, já dirigi o táxi, mas hoje eu tenho dois motoristas 24 horas para atender a demanda”, esclareceu. Outro fator também destacado em depoimento pela taxista é de que o critério da compra da transferência do alvará de funcionamento é avaliado pelo valor do carro, do rádio e do telefone.

De acordo com Maria Helena Juliace Araújo, empresária no ramo do táxi desde 1995: “Adquiri meu primeiro carro em 1995, dirigi no início da carreira e, hoje, administro minha empresa que é detentora de seis alvarás de funcionamento”, disse.

Segundo Benevides Juliace Ponce, taxista que está na profissão há 33 anos, detentor de 14 alvarás, explicou que todos os seus alvarás se deram através de transferência. “Estou na profissão há 33 anos, sou conhecido no meio e atendo os requesitos para que possa ser transferidos os veículos e, com isso, adquiri meus 14 alvarás de funcionamento”, alegou.

Por fim, Gleicekermen Bogarin Godoy Ponce, empresária, detentora de três alvarás, destacou em seu depoimento que desde que foi convocada para depor na CPI estava disposta para colaborar, para tirar de vez esse rótulo de ‘Máfia do Táxi’. “Desde o início estou disposta para comparecer na CPI para esclarecer os fatos, fico muito chateada, por ser empresária, por ser mãe, pelo meu convívio social, e ver o meu nome e de minha família relacionado a mafiosos. Quero que resolva da melhor forma possível e que no final da CPI, esse termo que rotularam nós trabalhadores que estamos oferecendo um serviço para a cidade, seja retirado, enfim quero tirar esse rótulo que colocaram nos taxistas, de mafioso e explorador”, desabafou.

A Comissão, que é composta pelos vereadores Vinicius Siqueira (DEM), Odilon de Oliveira (PDT), Veterinário Francisco (PSB), Pastor Jeremias (PT do B) e Junior Longo (PSDB).

(Com informações da assessoria de imprensa da Câmara Municipal)

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