Menu
18 de novembro de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Mega Banner Pátio Central - Natal
Saúde Pública

CCZ já vacinou mais de 23 mil animais contra a raiva

Meta é vacinar 80% da população canina e felina, estimada em 160 e 40 mil, respectivamente

11 Jul2018Da redação14h53

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande vacinou 17.480 cães e 5.787 gatos pela Campanha de Vacinação Antirrábica, totalizando 23.267 animais nas residências, desde o dia 25 de junho. A meta é vacinar 80% da população canina e felina, estimada em 160 e 40 mil, respectivamente, mantendo assim o controle da doença. As doses são gratuitas e protegem os animais contra a raiva, que é fatal.

A Região Urbana do Segredo, que tem entre os integrantes os bairros Coronel Antonino, José Abrão, Mata do Segredo, Jardim Nasser, Nova Lima e Seminário já foi visitada pelos vacinadores. O foco agora é a Região do Imbirussu (Nova Campo Grande, Panamá, Popular, Sto. Amaro, Sto. Antonio e Sobrinho)

A vacinação acontece de casa em casa, sendo importante que os donos de animais recebam em seus domicílios os servidores do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que estão indentificados com crachá e uniforme.

Cerca de 17.939 imóveis estavam fechados e 2.287 proprietários não receberam as equipes. Sendo assim, foi deixado nestas residências, um aviso sobre a visita do vacinador, com orientação para procurar o CCZ e o animal receber a vacina.

Os cães e felinos a com mais de três meses devem receber as doses, inclusive cadelas e gatas prenhas  ou em lactação. A vacinação é única forma de proteção contra a raiva.

Incurável nos animais e fatal em 100% dos casos, a doença é uma zoonose e, portanto, também pode afetar os seres humanos. A raiva é letal e o vírus pode ser transmitido para os seres humanos a partir da mordida, lambida ou machucados causados por mamíferos contaminados. Já o contato com a pele do animal não oferece riscos.

O último caso de raiva humana no município foi registrado em 1968. Já em cães e gatos, o último caso ocorreu em 2001, quando o cão adquiriu a doença por meio do contato com um morcego contaminado com o vírus.

Desde 2001 o CCZ intensificou a vigilância de morcegos, com um total de 50 exemplares não hematófagos diagnosticados positivos para raiva até o ano de 2017.

Os donos de animais indicados para vacinação também podem levá-los até o CCZ (Avenida Filinto Muller, 1601 – Vila Ipiranga), que funciona todos os dias da semana, das 7h às 21h, sendo que sábados, domingos e feriados, a abertura ocorre uma hora mais cedo.

Veja Também

Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula
MP aciona Justiça para que loteamento tenha estrutura adequada
Pessoas que lutam contra o racismo receberão comenda na ALMS
Medida Provisória redistribui arrecadação de loterias no Brasil
Região sul do Estado terá queda de temperatura
Associação Médica critica 'retaliação' cubana ao Mais Médicos
EUA elogiam postura de Bolsonaro na questão do Mais Médicos
Laboratório de Zoologia adquire réplicas de espécies pré-históricas
Simpósio vai reunir 17 renomados profissionais da Saúde
Tribunal decreta luto pela morte de desembargador