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7 de junho de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Corumbá

Cavalo furtado de Centro de Equoterapia é localizado

"Campeão" foi encontrado após denúncia anônima e estava com alguns ferimentos

14 Jan2020Da redação11h30

Uma ligação anônima, às 21h30 de segunda-feira (13) levou a equipe do Centro de Equoterapia Odilza Miranda de Barros, a recuperar o cavalo batizado de Campeão que havia sido furtado enquanto pastava na frente da instituição, no bairro Aeroporto. Ele estava nas proximidades de uma escola, no anel viário, parte alta de Corumbá. Campeão, considerado relíquia do Centro, foi furtado por um homem ainda não identificado, mas que foi flagrado pelas câmeras de segurança levando o animal.

O presidente e diretor-administrativo do Centro de Equoterapia, Evânancy Soares de Alcântara, informou que Campeão é um dos animais mais antigos, com cerca de 20 anos, foi achado com alguns ferimentos, mas está bem. “ Ele foi trazido para o Centro e constatamos que estava com a pata machucada, alguns arranhões e ferimentos, ocasionados provavelmente durante o percurso que ele fez com o autor do furto, que deve ter abandonado o animal depois da repercussão do caso”, afirma.

O furto aconteceu pouco depois das 09h50 de domingo (12). Toda a ação do ladrão foi flagrada pelas câmeras de segurança do Centro de Equoterapia. As imagens mostram o cavalo pastando, logo em seguida, o homem aparece saindo do mato, pega Campeão e vai embora. 

O Centro -  O Centro de Equoterapia iniciou suas atividades dentro do quartel do 6º Batalhão de Polícia Militar em 2003. Em 2007, tornou-se Centro de Equoterapia Odilza Miranda de Barros.

No local há pessoas com paralisia cerebral, síndrome de down, autistas, e o trabalho ocorre com apoio de cavalos para melhorar o equilíbrio delas, e trabalhar os músculos, o que é proporcionado pelo movimento dos animais. Entre os pacientes - crianças e adultos - estão moradores de Corumbá, Ladário, Bolívia e dos assentamentos.

O trabalho é feito por uma equipe composta de fisioterapeuta, fonoaudióloga, assistente social, educador físico, psicólogo, equitador. Pessoas que sofreram traumas, como o AVC (Acidente Vascular Cerebral), também participam das sessões. Ao todo, o Centro tem seis animais para atender os pacientes.

(Com informações: Diário Corumbaense)

 

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