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Campo Grande 118 anos

Capivaras coloridas enfeitam pontos turísticos

Projeto artístico Capivara Urbana foi lançado pela Águas Guariroba nesta sexta

25 Ago2017Da redação17h55

O projeto artístico Capivara Urbana foi lançado pela Águas Guariroba na manhã de hoje (25), no Sesc Morada dos Baís. O projeto é uma forma da empresa presentear os 118 anos de Campo Grande, comemorado amanhã (26), levando arte local estampada nas cinco esculturas de capivaras espalhadas pelas ruas da Capital.

A partir de amanhã, 26 de agosto, elas podem ser vistas na Orla Morena, Feira Central, Sesc Morada dos Baís, Praça Ary Coelho e altos da Avenida Afonso Pena até dezembro deste ano. As esculturas, projetadas pelo artista plástico Cleir Ávila, se integram ao ambiente urbano estampadas com as cores e conceitos artísticos de Ana Ruas, Isaac de Oliveira, Jonir Figueiredo, Guto Naveira e do próprio Cleir Ávila.

“É um projeto maravilhoso, reúne três coisas fundamentais: nossa convivência com os animais, expressão artística e uma ação social, já que no fim do ano elas serão leiloadas e o valor arrecadado será doado para instituições assistenciais da cidade. Agradeço a todos e aos artistas por fazerem parte deste projeto”, agradeceu o presidente da Águas Guariroba, Guillermo Deluca.

O artista Guto Naveira viu uma oportunidade de testar novas técnicas na sua capivara batizada de “Poesia”: “Ela tem elementos de Manoel de Barros, fugi do meu convencional para apresentar algo novo”, contou. Assim como Ana Ruas, que encarou o desafio com a sua capivara “Urbes”. “Ainda não tinha trabalhado com tridimensional. Quis elementos que fossem urbanos, porque nossa capivara é mesmo urbana. Elas convivem conosco, vemos muitas atropeladas por aí, a arte tem uma mensagem de que quem ama, cuida”, disse.

Esculpidas em fibra de vidro, as esculturas do projeto Capivara Urbana têm 90 centímetros de altura, 1,85 cm de comprimento e 60 centímetros de largura, mas as artes ainda eram surpresa até para o próprio grupo de artistas “Só hoje tivemos acesso ao trabalho do outro. Foram noites sem dormir, estou muito contente com o resultado, quis inverter e trazer o ipê para a capivara”, comentou Isaac de Oliveira, que assinou a “Capipê”.

Já o artista Jonir Figueiredo trouxe elementos curiosos ao perceber a calma e tranquilidade da mascote pelas ruas da cidade. “Quis transformá-la em uma joia indiana. A mandala é um símbolo curativo, regenerativo, bom para as pessoas apreciarem. Que nossa cidade seja mais humana!”, explicou sobre sua capivara, chamada “Indian Cadivéo Pop”.

A bandeira de Campo Grande não ficou de fora. O artista Cleir Ávila, quando produziu os moldes, já visualizou a sua “Capivara Morena”. “Primeira coisa que pensei foi que teria pêlos arrepiados e a bandeira da cidade. No brasão está a arara, outro símbolo importante e com o jeito da minha arte”, afirmou.

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