Campo Grande •29 de Março de 2017  • Ano 5
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Valdelice Bonifácio e Marcos Tenório, especial para o Diário Digital | Segunda, 12 de Setembro de 2016 - 07h16Bairro mais populoso é o primeiro a receber luzes de LEDNovas luminárias são mais econômicas e instalação começou pela periferia

Operários instalam as lâmpadas de LED no Bairro Aero Rancho
Operários instalam as lâmpadas de LED no Bairro Aero Rancho (Foto: Marcos Tenório, em colaboração para o DD)

Começou pelo bairro mais populoso de Campo Grande, o Aero Rancho, a instalação das lâmpadas de LED, prometidas pela prefeitura, em substituição às convencionais. Desde a semana  passada, operários trabalham nas ruas do bairro fazendo a troca das luminárias. As lâmpadas de LED consomem 89% menos energia elétrica em relação às convencionais.

A prefeitura não divulgou cronograma de instalação das novas luminárias em Campo Grande e nem a amplitude do projeto. Contudo, estima-se que o município pretenda substituir cerca de nove mil lâmpadas comuns pelas de LED. No Aero Rancho moram cerca de 36 mil pessoas. 

A substituição das luminárias está sob responsabilidade da Solar Distribuição e Transmissão Ltda, de Minas Gerais, empresa escolhida em pregão presencial. Conforme extrato publicado pela prefeitura no Diário Oficial, em 31 de agosto, a Solar é a responsável pelo fornecimento e instalação das lâmpadas. O contrato com a empresa está custando R$ 33,8 milhões aos cofres públicos.  

A troca das lâmpadas no Aero Rancho começou exatamente no dia seguinte à decisão  judicial a favor da prefeitura em relação à cobrança da Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (Cosip).O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e  Individuais Homogêneos determinou que a concessionária Energisa voltasse a cobrar a taxa e a repassar o valor à prefeitura de Campo Grande. 

Na semana anterior, em julgamento no Órgão Especial, os desembargadores do Tribunal de Justiça tinham mantido suspensa a cobrança da taxa. Contudo, a prefeitura moveu nova ação judicial em primeira instância contra a Energisa e obteve a decisão favorável. A Câmara Municipal de Campo Grande, autora da lei que suspendeu a cobrança da taxa por 180 dias, pretende recorrer da decisão do juiz David de Oliveira Gomes Filho. 

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