Campo Grande •18 de Novembro de 2017  • Ano 6
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Valdelice Bonifácio | Terça, 14 de Março de 2017 - 16h12Atos públicos darão início às greves contra reformaProfessores entrarão em greve; outras categorias farão paralisação de 24 horas

(Foto: Reprodução/Internet)

Atos públicos no Centro de Campo Grande nesta quarta-feira, 15 de março, serão o marco inicial da paralisação de servidores públicos de Mato Grosso do Sul contra a proposta de reforma da Previdência Social, que tramita no Congresso Nacional. Previsão é de que milhares de servidores participem das mobilizações na Capital.

Professores das redes públicas estadual e municipal de Campo Grande, além de profissionais de Dourados, aderiram à greve nacional por tempo indeterminado. Trabalhadores dos Correios e Telégrafos também deliberaram pela paralisação, porém de 24 horas nesta quarta-feira, dia 15. Os agentes penitenciários também vão parar o dia todo.

As mobilizações neste dia 15 de março começarão cedo. Às 7h30, terá início em frente ao Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil e no Mobiliário de Campo Grande (Sintracom), localizado na Rua Maracaju, 878 no Centro da cidade, a concentração de profissionais do setor. Em seguida, a movimentação será na praça do Rádio Clube, também no Centro.

Centrais sindicais - Às 8 horas, terá início outro ato público na Praça Ary Coelho, no Centro de Campo Grande. A previsão é de reunir cinco mil pessoas, segundo as centrais sindicais. Os professores participam desta mobilização.

As seis centrais sindicais (Força, CUT, CSB, CTB, NCST e UGT) estão unidas no movimento. Para os sindicalistas, o projeto prejudica os trabalhadores brasileiros. “Precisamos que todo cidadão, que tem consciência dessa grande ameaça que é a reforma da Previdência, venha para as ruas neste dia 15,que entrará para a história do Brasil como um dia de luta”, argumentou José Lucas da Silva, coordenador da CSB no Estado.

As seis  centrais sindicais e demais entidades representativas dos trabalhadores vão deliberar sobre uma caminhada pela área central da cidade, portando faixas, cartazes, carros de som e outros instrumentos para chamar a atenção das pessoas.

O movimento sindical de MS, inclusive, ameaça montar acampamentos em frente às residências dos deputados federais e senadores da bancada do Estado que defendem a proposta de Reforma da Previdência.

Agentes penitenciários - Também paralisarão por 24 horas, os agentes penitenciários de Mato Grosso do Sul. Ás 8 horas, haverá mobilização em frente ao Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, no Jardim Noroeste.  Além dos Agentes, também estarão presentes os policiais Rodoviários Federal, Federal, Civil, Guarda Municipal e papiloscopista.

Ficou determinado que desde às 1 hora até às 24 horas da quarta-feira (15), algumas atividades dentro das Unidades Penais serão interrompidas, sendo elas: atendimento aos advogados, oficiais de justiça, banho de sol, visita, assistência religiosa, penais, laborativa, educacionais, atendimento a pauta da justiça e saúde só em caso de emergência e hemodiálise.

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