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16 de outubro de 2018 • Ano 7
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Saúde Pública

Agepen e CCZ orientam servidores no combate a escorpiões nos presídios

Desinsetização do ambiente por si só não basta, pois escorpiões podem inibir o efeito do veneno

16 Mai2018Da redação17h11

Como forma de realizar um combate eficaz e prevenir a proliferação de escorpiões nas unidades prisionais da Capital, está sendo realizado um treinamento com chefes e diretores da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen).

A parceria foi realizada por meio da Diretoria de Administração e Finanças da Agepen e a Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau), através da Coordenadoria de Controle de Zoonoses e Bem-Estar Animal (CCZ), para implantar o Programa de Controle de Escorpiões no Complexo Prisional de Campo Grande.

Como parte das ações, nessa segunda-feira (14.5), foi apresentada uma palestra sobre “Escorpionismo no Complexo Prisional de Campo Grande” pela médica veterinária, Juliana Resende Araújo. Segundo ela, o intuito é orientar os profissionais nas maneiras de evitar a utilização de produtos químicos de forma não ordenada, até mesmo para não causar acidentes com os internos e servidores.

A palestra aconteceu devido a uma parceria da Agepen com a Sesau.

“Não basta fazer somente a desinsetização do ambiente, porque os escorpiões têm uma característica corpórea diferenciada, ou seja, podem inibir o efeito do veneno. Com isso, ficam ainda mais agressivos podendo sair até durante o dia, o ideal seria também fazer as barreiras físicas, eliminar materiais inservíveis, entulhos, folhas, galhos e objetos que acabam servindo de abrigo para os escorpiões”, explicou Juliana, que também é chefe do Serviço de Roedores Animais, Peçonhentos e Sinantrópicos do CCZ.

A iniciativa ainda terá treinamento prático com técnicos da Sesau, os quais demonstrarão como utilizar os produtos químicos, quais equipamentos de segurança devem ser usados e demonstração de recursos que contribuem na prevenção de novos aparecimentos.

Conforme o diretor de Administração e Finanças da Agepen, Arnold Rosenacker, a iniciativa surgiu após o aumento no número de ocorrências de aparecimento de escorpião nos presídios da Capital e essa parceria visa disseminar o conhecimento para combater efetivamente esses animais. “Hoje tivemos a demonstração teórica dos procedimentos e amanhã será realizada a orientação prática e informações complementares no Centro de Triagem “Anízio Lima”, afirmou.

Durante a palestra, foram apresentadas instruções para evitar a presença do aracnídeo, os sintomas após ser picado, as formas de tratamento; assim como, as características gerais do escorpião como habitat, reprodução e alimentação.

Para o diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, a segurança, saúde e bem-estar tanto dos servidores penitenciários quanto dos custodiados são prioridade nas ações realizadas dentro das unidades penais. “Espero que todos tirem o máximo de proveito dessa parceria que realizamos com o objetivo de evitar acidentes com esses animais dentro dos presídios e em nossa casa também”, destacou o dirigente.

O encontro foi realizado na Escola Penitenciária (Espen) e contou também com a participação do chefe de Gabinete da Agepen, Pedro Carrilho de Arantes; a diretora de Assistência Penitenciária, Elaine Arima Xavier Castro; além de diretores de unidades penais da Capital e servidores penitenciários. O evento contou ainda com a presença de militares do Corpo de Bombeiros que estão sendo capacitados no combate e assistência às vítimas de picadas de escorpião.

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