Campo Grande •24 de Novembro de 2017  • Ano 6
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Mariel Coelho, em especial para o Diário Digital. | Quinta, 31 de Agosto de 2017 - 17h22Quem disse que estagiária não tem coragem? Saltei de 45m!“Sem palavras”, é assim que eu descrevo meu primeiro salto de Bungee Jumping

  
Mariel Coelho em seu primeiro salto de Bungee Jumping, no shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande (Foto: Marco Miatelo)
  • Mariel Coelho em seu primeiro salto de Bungee Jumping, no shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande
  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • Passado o medo. (Foto: Marco Miatelo)

“Sem palavras”. É assim que eu Mariel Coelho, estagiária do Diário Digital, descrevo a sensação de saltar de Bungee Jumping pela primeira vez. Sempre gostei de esportes radicais, mas por medo nunca pratiquei nenhum. Chega até ser engraçado, mas, desta vez, eu me joguei.

Cumpri o desafio nesta quarta-feira, 30 de agosto, no shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande. Confesso, que senti medo. Tantas coisas me passaram pela cabeça que nem consigo descrever. Minhas amigas diziam pra mim: “Se você não pular, vou ficar brava com você”. Minha mãe falava: “Você é louca! Você sabe que tem um filho pra criar!”. Coisa de mãe.

Mas dessa vez, o medo não me ganhou. Fui, fiz minha matéria, conversei com o incrível Rodrigo Cezar que é o organizador do evento que até brincou comigo: “Estagiária pula amarrada apenas por um pé só.” Me equipei toda e quando chegou a minha vez de pular de uma altura de 45 m, o equivalente a um prédio de 15 andares, pensei agora ferrou, mas já estava ali e fui.

Nem vi o guindaste subindo comigo. Chegando lá em cima, confesso minha vontade era descer e desistir. É muito alto, ainda mais pra quem não olha pra baixo nem quando está no segundo piso do shopping. Estar naquela altura, amarrada apenas por uma corda e nada mais, deu medo. Porém, já tinha subido até lá, pular era o de menos.

O instrutor que é um amor de pessoa, até me perguntou se eu estava bem por estar muito calma, mal sabia ele que minha vontade era de chorar, gritar e desistir. Enfim, chegou a hora de pular, me inclinei para frente e ele me disse: “Quando estiver pronta eu te solto.” Brinquei: “Já tô aqui mesmo, pode soltar” e pulei.

Olha se jogar no ar, sem onde se apoiar, é uma sensação de desespero e ao mesmo tempo é de liberdade. Se eu faria de novo, sim, eu faria e indico a todo mundo que salte e é muito bom.

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