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25 de janeiro de 2020 • Ano 9
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Esporte

Projeto em parque de Campo Grande fomenta as categorias de base do ciclismo

Estudantes de 06 a 17 anos são incentivados na prática do ciclismo de estrada e de mountain bike

11 Jan2020Da redação10h40

Desde julho de 2017, a Escola Pública de Ciclismo “Marlus de Souza Freitas” atende cerca de 45 crianças e jovens, de seis a 17 anos de idade, no Parque Ayrton Senna, localizado no Aero Rancho, bairro mais populoso de Campo Grande. O objetivo é oferecer opção de lazer no contraturno das aulas, incentivar a prática do ciclismo de estrada e mountain bike (de montanha) com aulas especializadas e fomentar as categorias de base do Estado. O projeto é realizado pela Fundação Municipal de Esporte da Capital (Funesp) e tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).

As aulas acontecem quatro vezes por semana, às segundas, quartas e sextas-feiras à tarde e aos sábados pela manhã, com alunos nas categorias kids (seis a oito anos), B (nove a 12 anos) e A (13 a 17 anos). “Nosso projeto é embrionariamente social e, por consequência, de rendimento. Então, fomentamos a categoria de base, mas a ideia é colocar essas crianças para praticar esporte, dar alguma ocupação para que não fiquem perdidas pelas ruas sem ter o que fazer. Das crianças que temos, quase todas competem”, avalia a coordenadora do projeto, Patrícia Martinez.

Com apenas dois anos e meio de existência, os resultados já começaram a aparecer em competições estaduais, dentre elas os Jogos Escolares da Juventude, promovido pela Fundesporte. Além das técnicas e fundamentos na pista, a Escola Pública proporciona oficinas de equilíbrio, reforço muscular e consertos de bicicleta, para que os próprios alunos possam fazer pequenos reparos quando necessário.

A profissional de educação física Angélica Couto é uma das professoras do projeto. Ela integra o Programa MS Desporto Escolar, da Fundesporte, e está lotada na Escola Estadual professora Neyder Suelly Costa. “Quando fui trabalhar no projeto, não sabia o que ia encontrar, mas no decorrer do tempo fui me adaptando. Hoje, tenho a percepção de cada aluno e suas dificuldades. No projeto social, não tem como não se doar. Consigo olhar para cada criança e identificar humor, qualquer alteração física e psicológica, porque temos uma cumplicidade aluno-professor muito grande”.

Segundo Angélica Couto, os alunos não faltam às aulas, faça chuva, sol ou frio. “Em primeiro lugar, a criança precisa se sentir amada e, depois, motivada e saber que é capaz de vencer nas provas e na vida. Isso que eu procuro ensiná-los todos os dias. Gosto de trabalhar em projeto social porque conseguimos introduzir a criança na sociedade e fazer com que ela entenda a importância que tem”.

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