Campo Grande • 06 de dezembro de 2016 • Ano 5
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Valdelice Bonifácio | terça, 20 de setembro de 2016 - 20h15Medalhistas de bronze são recebidos com festa na CapitalAtletas paralímpicos do Futebol de 7 celebram conquista na Rio 2016 em recepção calorosa

  
Parte da Seleção Brasilera de Futebol de 7 é de Campo Grande e hoje desembarcou com festa no aeroporto da Capital (Foto: Roberto Okamura)
  • Parte da Seleção Brasilera de Futebol de 7 é de Campo Grande e hoje desembarcou com festa no aeroporto da Capital
  • Medalha de bronze foi conquistada em jogo contra os Países Baixos (Foto: Roberto Okamura)
  • Marcos, capitão e goleiro da Seleção, está feliz com a conquista e já tem outras duas medalhas olímpicas (Foto: Roberto Okamura)
  • Fernandes Celso Alves recebe carinho da tia-mãe, Lídia Alves, no aeroporto da Capital (Foto: Roberto Okamura)
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  • (Foto: Roberto Okamura)
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No rosto o sorriso e o brilho nos olhos. No peito, a medalha de bronze. Em clima de festa, os atletas paralímpicos sul-mato-grossenses integrantes da Seleção Brasileira de Futebol de 7 desembarcaram no Aeroporto Internacional de Campo Grande na tarde desta terça-feira, dia 20 de setembro. Familiares e amigos preparam uma recepção calorosa para os jogadores medalhistas.

Capitão e goleiro do time, Marcos dos Santos Ferreira disse que o grupo batalhou pelo ouro, mas segundo ele, nada diminui a alegria de trazer uma medalha paralímpica, seja de cor for. “Estamos felizes com nossa conquista. Enfrentamos países muito fortes”, explicou Marcos que estava emocionado com a recepção no aeroporto.

O atleta que pratica o esporte desde 1996, já tem outras medalhas em casa conquistas na Seleção. "Participei da conquista do bronze nas Olimpíadas de Sidney em 2000 e da prata em Atenas em 2004, além de outros competições", relata.

A medalha de bronze para o Brasil foi garantida na sexta-feira passada, dia 16 de setembro, quando a seleção derrotou os Países Baixos por 3 a 1 no Estádio de Deodoro. Dois dias antes, o sonho da medalha de ouro tinha caído por terra, quando o Brasil perdeu para o Irã de goleada, 5 a 0.  Os iraniamos, por sua vez, foram derrotados pela Ucrânia, por 2 a 1, na final da competição e ficaram com a medalha de prata. Os ucranianos faturaram seu terceiro ouro em paralimpíadas.

“É claro que existe um sentimento de frustração por não termos conseguido o ouro, mas isso não tira nossa alegria, visto que, pelo nível da competição, esse bronze, para nós, tem o mesmo valor. É nosso orgulho”, afirma o jogador Fernandes Celso Alves.

O orgulho era compartilhado pelos familiares do atleta. “Eu tinha certeza de que voltariam com uma conquista. Ele sempre foi muito batalhador desde criança. Sempre incentivamos, acreditamos nele. Hoje estamos vivendo um momento de muita satisfação e alegria”, define Lídia Alves, a quem Fernandes chama de tia-mãe.

Esporte banido - Os jogadores torcem agora para que o Futebol de 7 seja mantido nas Paralimpíadas. A modalidade que contempla jogadores com paralisia cerebral não foi escolhida para a edição de Tókio em 2020. “Isso foi uma briga política, mas estamos na torcida para que essa decisão seja repensada e a modalidade inclusa em Tókio e nas paralimpíadas futuras”, diz o atacante da seleção Wesley Martins.

Dos 18 jogadores convocados para a Seleção Brasileira que disputou as Paralimpíadas do Rio, nove são de Campo Grande. Além de Marcos dos Ferreira, Wesley Martins de Souza e Fernandes Celso mencionados na reportagem, também fazem parte do time Fabrizio Arlindo Nascimento de Oliveira, Gilvano Diniz da Silva, Hudson Hyure do Carmo Januario, Igor Romero Rocha, Leandro Gonçalves do Amaral e Maycon Ferreira de Almeida.

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