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Esporte

Justiça vai ouvir torcedores do Corinthians envolvidos em briga no Maracanã

Audiências de custódia consistem na garantia da rápida apresentação do preso a um juiz nos casos de prisões em flagrante

24 Out2016Da Agência Brasil20h00

A Justiça do Rio vai ouvir amanhã (25), 31 dos 42 torcedores do Corinthians presos ontem (23) na reabertura do Estádio do Maracanã. Eles foram autuados em flagrante em função de um confronto com policiais militares, antes do início da partida com o Flamengo. Eles são suspeitos de tentar invadir o espaço reservado para a torcida do Flamengo, depredar o estádio e agredir policiais militares. Os outros 11 torcedores, de acordo com a Polícia Civil, foram autuados por promover tumulto no estádio.

A coordenadora da Central de Audiência de Custódia, juíza Marcela Caran, informou que a audiência de custódia dos torcedores do Corinthians será realizada às 11h, início do horário forense. As audiências, de acordo com a magistrada, não poderão ser acompanhadas pela imprensa.

A juíza explicou que, após chegarem ao Tribunal de Justiça, os torcedores passarão pela perícia e por entrevistas com os advogados ou com a Defensoria Pública, para então participarem da audiência.

Integrantes de torcidas organizadas do Corinthians foram detidos após se envolverem em uma briga com policiais militares nas arquibancadas do Maracanã, durante o empate em 2 a 2 entre Flamengo e Corinthians. Ao todo, 31 torcedores serão levados para as audiências de custódia.

Audiência - As audiências de custódia consistem na garantia da rápida apresentação do preso a um juiz nos casos de prisões em flagrante. A ideia é que o acusado seja apresentado e entrevistado pelo magistrado, em uma audiência em que serão ouvidas também as manifestações do Ministério Público, da Defensoria Pública ou do advogado do preso. Durante a audiência, o juiz analisará a prisão sob o aspecto da legalidade, da necessidade e da adequação da continuidade da prisão ou da eventual concessão de liberdade, com ou sem a imposição de outras medidas cautelares. O juiz poderá avaliar também eventuais ocorrências de tortura ou de maus-tratos, entre outras irregularidades.

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