Campo Grande •25 de Julho de 2017  • Ano 6
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Marcos Tenorio, em colaboração para o Diário Digital | Segunda, 2 de Janeiro de 2017 - 06h55Obra no Morenão emociona quem viu passado gloriosoNesta primeira etapa da reforma, serão liberadas cadeiras e arquibancadas cobertas

  
Morenção passa por obras para garantir segurança e acessibilidade e assim voltar a receber jogos (Foto: André Bittar)
  • Morenção passa por obras para garantir segurança e acessibilidade e assim voltar a receber jogos
  • Asael Osias, é dessas pessoas que viu a fase das vitórias nas décadas de 1970 e 1980 (Foto: André Bittar)
  • Após reformas, serão liberadas as cadeiras e arquibancadas cobertas (Foto: André Bittar)
  • Marcação para colocar os corrimãos nas escadarias (Foto: André Bittar)
  • Ademir Carlos, de 59 anos, mostra que as medidas estão dentro das exigências do Corpo de Bombeiros (Foto: André Bittar)
  • Serralheiros arrumando as cadeiras cobertas (Foto: André Bittar)
  • Serralheiros trabalhando na construção dos corrimãos e dos parapeitos (Foto: André Bittar)
  • Estádio Pedro Pedrossian, ou Morenão, como é chamado (Foto: André Bittar)
  • Gramado está sendo preparado para o inicio do campeonato estadual 2017 (Foto: André Bittar)
  • (Foto: André Bittar)
  • (Foto: André Bittar)
  • (Foto: André Bittar)
  • (Foto: André Bittar)

O Estádio Pedro Pedrossian, o Morenão, em Campo Grande está em obras. Operários que trabalham nos serviços de adequação se emocionam, pois, muitos deles testemunharam os tempos áureos no futebol sul-mato-grossense e agora sonham com um resgate dos bons momentos. A reforma é financiada pelo governo do Estado. O objetivo é que o Morenão esteja apto a receber jogos já neste mês de janeiro de 2017.

O serralheiro de 57 anos, Asael Osias, é dessas pessoas que viu a fase das vitórias nas décadas de 1970 e 1980, e sente saudades. Hoje, ele se sente satisfeito em participar das obras que deverão reabilitar o estádio, interditado desde 2014 por falta de cumprimento de normas de segurança.

“Para mim é a maior alegria, porque nosso Estado está bem precário de futebol, e vai ajudar muito o Morenão. Eu fico contente de trabalhar aqui. Eu já vi isso aqui como era em 1977, deu muita alegria para nós campo-grandenses”, valoriza Asael Osias.

Até o fim de janeiro, nesta primeira etapa das obras, serão liberadas as cadeiras e arquibancadas cobertas, para que os torcedores possam retornar ao estádio Pedro Pedrossian e assistir as partidas de futebol.

As obras emergenciais em execução para garantir segurança e acessibilidade, por exigência do Corpo de Bombeiros, incluem instalações de corrimãos nas escadarias de acesso, grades nas rampas e no fosso que contorna o gramado e também sinalização de saídas, lâmpadas de emergência.

Um dos chefes da primeira etapa do estádio Morenão, o serralheiro Ademir Carlos de 59 anos, detalha o serviço. “As melhorias para a primeira etapa que foi exigida, foi a colocação do parapeito que era baixo e não dava a altura, os corrimões que não tinha e na parte superior, e no campo, foi colocado os alambrados de tela, que protege do poço, para não ter nenhum acidente”, disse.

Segundo Ademir, a exigência do Corpo de Bombeiros é que os parapeitos tenham de 1,10 a 1,20 metros de altura. Eles tinham 80 centímetros e estavam fora do padrão exigido, e já está dentro das normas para a reabertura do Morenão.

Morenão - Inaugurado em 7 de março de 1971, o estádio Pedro Pedrossian, ou Morenão, como é chamado, tem capacidade para 44.200 pessoas, é o maior estádio universitário da América Latina e está localizado dentro do campus da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).

O Morenão foi um dos principais palcos do futebol brasileiro nas décadas de 1970 e 1980, quando o futebol de Mato Grosso do Sul estava em grande ascensão no cenário nacional. Em seus 45 anos, o estádio já recebeu diversas partidas da seleção brasileira, e de grandes times do Brasil.

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