Menu
19 de março de 2019 • Ano 8
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Netto
Mega banner segov dengue
Surfe

Brasileiro Gabriel Medina é bicampeão mundial

Quatro anos após o primeiro título surfista conquista terceiro título brasileiro na modalidade

18 Dez2018Correio do Povo17h17

Quatro anos depois do seu primeiro título, Gabriel Medina sagrou-se nesta segunda-feira (17) bicampeão mundial de surfe. Foi o terceiro título brasileiro na modalidade, depois do primeiro dele, em 2014, e o de Mineirinho, em 2015. Ao avançar à final da etapa de Pipeline, no Havaí, a última do ano, na noite desta segunda (horário de Brasília), o paulista não podia mais ser alcançado pelo australiano Julian Wilson. O outro candidato ao título, Felipe Toledo, foi eliminado pelo lendário Kelly Slater na terceira fase, e ficou sem chance, ainda no domingo.

"Foi um longo ano, trabalhei muito e valeu a pena no fim. Não tenho muitas palavras agora. Tive fé até o final, me mantive calmo e estou muito feliz", disse o brasileiro ao sair da água.

A conquista coroa uma recuperação incrível de Medina na reta final da temporada. Após meio ano ruim, ele venceu duas etapas seguidas, Taiti e Surf Ranch (EUA). Depois, foi terceiro na França e em Portugal, chegando a Pipeline na liderança.

No paraíso dos tubos, o título foi definido em uma semifinal de alto nível. A bateria já começou em ritmo alucinante, com três notas altas nos três primeiros minutos, duas para o sul-africano Jordy Smith: um 7.33 e um 8.50. Medina teve um 7.17 no início e, em seguida, um 6.33. E as ondas pararam. Atrás no placar, Medina precisava de um considerável 8.66.

Quando uma nova série se formou, Smith perdeu a preferência em uma onda ruim, e o brasileiro aproveitou. Esbanjando técnica, retardou o movimento e marcou um 9.10 para assumir a liderança. O sul-africano pegou outro tubo na sequência, mas, com a nota de 7.27, continuou atrás. Nada aconteceu nos minutos finais, e Medina acabou carregado nos ombros pela numerosa e barulhenta torcida brasileira na areia.

Nas quartas de final, ele já havia virado uma bateria com estilo. Após passar a maior parte dos 30 minutos atrás do americano Conner Coffin no placar, sem conseguir uma boa onda, o brasileiro emendou duas manobras cinematográficas, um 9.43 e uma onda perfeita, nota 10.

Final

O brasileiro manteve o ritmo na final, justo contra o vice-campeão Julian Wilson. Em um duelo de alto nível, ele novamente precisou virar e venceu a disputa com 18.34 (8.77 e 9.57) contra 16.70 (7.93 e 8.77) do australiano. Na saída da água, foi festejado pela torcida.

Veja Também

Dupla Sul-Mato-Grossense vence 1ª etapa do Circuito Brasileiro de Volei de Praia
Estudante representa MS em seletiva nacional de Orientação
Dois jogos abrem penúltima rodada do Estadual neste sábado
Abertas inscrições para aulas de capoeira em Três Lagoas
Treinadores mantêm atividade de graça para corredores neste sábado
Técnico Tite convoca Seleção Brasileira
União e Águia Negra abrem 9° rodada do Estadual
Belmar Fidalgo terá projeto de futebol para crianças de 5 a 8 anos
Após formação de árbitros, Federação prevê curso para Treinador Nível I
Corumbaense arranca empate nos acréscimos