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24 de abril de 2018 • Ano 7
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Economia

Movimento de consumidores nas lojas cai 1,2% em outubro

Comércio varejista registra queda de 7,4% ante o mesmo período do ano passado

7 Nov2016Da Agência Brasil15h21

O movimento de consumidores nas lojas em outubro caiu 1,2% na comparação com setembro, mesmo com o Dia da Criança, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado hoje (7). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve retração de 5,2% na movimentação dos consumidores nas lojas. No acumulado do ano, o comércio varejista registra queda de 7,4% ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a continuidade da queda no nível de emprego, a retração da renda, a inadimplência ainda elevada e as condições mais restritivas do crediário continuam afetando negativamente a atividade varejista nacional.

De acordo com o indicador, em outubro, metade das categorias pesquisadas registrou recuo na atividade varejista. O maior deles ocorreu no segmento de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática (-2,3%), seguido por combustíveis e lubrificantes (-2,1%). Também houve queda no segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-1%).

Na direção contrária, alguns setores registraram aumento no movimento de consumidores em outubro, como o de veículos, motos e peças (1,%); o de materiais de construção (0,4%) e o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios (0,2%).

No acumulado do ano, segundo a consultoria, a maior retração de movimento de consumidores no comércio varejista ocorreu no segmento de veículos, motos e peças (-14,1%). A segunda maior queda foi de 13,4%, nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. As lojas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática registraram queda de 12,1% e nas lojas de material de construção a queda foi de 6,5%.

Nos primeiros dez meses de 2016, também houve queda no movimento dos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-7,2%). Somente o segmento de combustíveis e lubrificantes teve alta no acumulado do ano, de 2,7% em relação ao acumulado de janeiro a outubro do ano passado.

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