Campo Grande •27 de Junho de 2017  • Ano 6
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Da redação | Terça, 4 de Outubro de 2016 - 16h15Ministro apoia decisão da suspensão de crédito para termelétricasBNDES estabeleceu novas condições de financiamento para o setor elétrico

O ministro do meio ambiente, Sarney Filho, celebrou, nesta terça-feira, dia 4, a decisão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que prioriza o financiamento a energias alternativas e a suspensão do crédito para a construção de usinas térmicas a carvão e óleo combustível.

“Essa medida reforça a política ambiental do governo federal, conduzida pelo Ministério do Meio Ambiente”, comentou o ministro. “É um passo importante rumo ao cumprimento do Acordo de Paris”, completou.

O BNDES estabeleceu novas condições de financiamento para o setor elétrico, de modo que os projetos de fontes renováveis de geração de energia poderão ter financiamento de até 80% e acesso à taxa de juros mais baixa do banco. O governo irá promover a construção de usinas menos poluentes e, assim, a matriz energética brasileira além de tornar-se mais limpa, passa também a ser mais sustentável.

21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, realizada em Paris, em dezembro do ano passado, aprovou um acordo para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Esse acordo foi aprovado pelo Congresso Nacional eratificado pelo presidente da República. O instrumento de ratificação do País foi depositado no dia 21/09, na sede das Nações Unidas, pelo presidente e o ministro Sarney Filho, junto ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon.

A NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada) brasileira, estabelecida no âmbito do Acordo de Paris, apresenta a meta de reduzir as emissões do Brasil em 37%, em 2025, e em 43%, até 2030, abaixo dos níveis de 2005.

Para atingir as metas, o Brasil prevê alcançar, no setor energético, uma participação estimada de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética em 2030. Isso inclui expandir o uso de fontes renováveis, além da energia hídrica, na matriz total de energia, para uma participação de 28% a 33%, até 2030; e expandir o uso doméstico de fontes de energia não fóssil, aumentando a parcela de energias renováveis (além da energia hídrica) no fornecimento de energia elétrica para ao menos 23%, até 2030, inclusive pelo aumento da participação de eólica, biomassa e solar.

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