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Da redação | Quarta, 12 de Julho de 2017 - 07h33Preço mínimo desagrada produtorMapa oferta novo prêmio ineficiente ao produtor de milho do Estado

Preço mínimo deixa produtores de milho desaminados
Preço mínimo deixa produtores de milho desaminados (Foto: Divulgação)

O novo valor de prêmio destinado a MS, para garantia de preço mínimo ao produtor de milho, mais uma vez não atendeu a necessidade do agricultor. O presidente da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul), Christiano Bortolotto, esteve em Brasília nesta terça-feira (11) justamente para solicitar reajuste do prêmio, no entanto, a decisão do Mapa foi contrária à solicitação.

A remuneração divulgada ontem pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) é de R$ 1,47 por saca de 60kg, ou seja, R$ 0,0245 por quilo do grão.

Ao Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) foi entregue um documento, elaborado pela Aprosoja/MS e Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de MS), que detalha a realidade de preços pagos ao produtor de Mato Grosso do Sul e a necessidade de reavaliação da metodologia do Ministério para cálculo do prêmio. Somente com a modificação dessa base de cálculo é que o valor estipulado garantiria acesso ao preço mínimo do milho, que é de R$ 19,21 no Estado.

A decisão do Mapa, portanto, preocupa, já que somente com prêmio adequado é que o produtor rural terá garantia de acesso ao preço mínimo e, assim, poderá amenizar o déficit de armazenagem do Estado ao escoar sua produção.

No último leilão de Pepro nº 134/2017, realizado no último dia 06 de julho, o lote de Mato Grosso do Sul foi retirado devido à falta de lances por parte dos produtores e cooperativas. Isso ocorreu devido ao baixo valor do prêmio ofertado no edital do Mapa.

Para aquele leilão o prêmio foi de R$ 1,32, sendo que só um valor em torno de R$ 2,80 por saca de milho supriria a necessidade do produtor sul-mato-grossense frente ao valor entre R$ 16,00 e R$ 16,50 pago pela saca atualmente.

Desta forma, a Aprosoja/MS continua na busca pela equalização dessa diferença junto ao Governo Federal e, assim, poder garantir ao produtor rural o acesso ao preço mínimo.

 

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