Campo Grande •25 de Março de 2017  • Ano 5
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto

Da redação | Quinta, 17 de Novembro de 2016 - 14h55Comércio deve contratar 2 mil temporários neste final de anoEstimativa é do Sindicato dos Empregados no Comércio

O comércio de Campo Grande deverá contratar este ano cerca de 2 mil empregados temporários para ajudar nas vendas de final de ano em todas as áreas do comércio lojista, supermercados, materiais de construção, concessionárias. Apesar de expressivo, esse número representa apenas 5% do efetivo que trabalha hoje nos shoppings, comércio central e periferia da cidade. A estimativa é do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande –SECCG.

“Em tempos normais, quando a crise econômica não era tão acentuada no Brasil, Campo Grande vinha contratando em torno de 10% de seu efetivo. Ou seja, se não fosse a crise, a estimativa hoje de contratação seria de 4 mil trabalhadores temporários”, afirma Idelmar da Mota Lima, presidente do sindicato e da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul.

Segundo Idelmar, a diretoria do SECCG está otimista com a situação do mercado atualmente, que começa a reagir para sair, a médio e longo prazo, desta que é a maior crise econômica em que o País entrou nas últimas décadas.

A diretoria do sindicato tem percorrido o comércio no centro e periferia e constatado o entusiasmo dos empregados no setor com relação às vendas de final de ano. Como grande parte ganha comissão pelas vendas, eles são um termômetro para diagnosticar a situação do mercado. “Temos razões de sobra para acreditar que teremos sim a contratação de pelo menos 2 mil trabalhadores temporários este ano”, afirma o sindicalista.

O representante dos comerciários afirma ainda que muitos desses empregados temporários normalmente se destacam tanto nesse curto período de trabalho que acabam sendo efetivados pelas empresas. “A permanência ou não do empregado na empresa vai depender de seu desempenho no dia a dia na loja, no supermercado ou em qualquer outro tipo de comércio em que exercer suas atividades”, explicou. 

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