Campo Grande •23 de Fevereiro de 2018  • Ano 7
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Da redação | Segunda, 17 de Julho de 2017 - 08h33Circulares Técnicas fortalecem agriculturaSistema da Aprosoja já está em atividade há mais de oito anos

Tecnologia, conhecimento especializado e informação coletada no campo estão entre as ferramentas indispensáveis para a produção das Circulares Técnicas do projeto Siga MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), projeto criado e mantido há 8 anos pela Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul). “O projeto é realizado em três etapas, todas interligadas, sendo indispensáveis para a credibilidade e fidelidade dos resultados e informações geradas”, contextualiza Leonardo Carlotto, o analista de grãos da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de MS), coordenador do projeto.

De acordo com o especialista, essas etapas são executadas a partir da coleta de dados realizada semanalmente pelos profissionais de campo do Siga MS. Essas informações são repassadas à equipe interna da Aprosoja/MS, que apura e tabula os dados por meio de ferramentas tecnológicas. Em seguida, geram as Circulares Técnicas, que se transformam em boletins técnicos publicados pela Aprosoja/MS e a Casa Rural.

Ainda segundo Carlotto, o objetivo do levantamento semanal é analisar as informações e gerar dados para elaboração da Circular Técnica de Produtividade, que é um boletim especial divulgado ao final de cada safra. Esse material apresenta, com detalhamento, os índices de produtividade média da 1ª safra de soja e 2ª safra de milho nos principais municípios produtores do Estado. Como resultado, essas informações norteiam o desenvolvimento das lavouras de Mato Grosso do Sul.

Tecnologia e especialização

Para a execução dessa atividade, a equipe concentrada no escritório da Famasul e da Aprosoja/MS possui à disposição computadores e softwares para utilização do SIG (Sistema de Informação Geográfic). Esse mecanismo é essencial para o trabalho de obtenção, manipulação e armazenamento de dados georreferenciados para transformá-los em informação relevante através de imagens gráficas – o geoprocessamento. Soma-se a essa ferramenta a utilização da tecnologia do sensoriamento remoto, que pode fornecer dados através da análise de imagens da superfície terrestre.

“Esses softwares possuem ferramentas que possibilitam a interpretação e classificação das imagens obtidas através da técnica de sensoriamento remoto, além de proporcionar a análise espacial, que juntamente com o conhecimento e experiência do analista, podem fornecer informações importantes do comportamento espacial das variáveis analisadas”, explica a engenheira ambiental Ana Beatriz Paiva, analista técnica da Famasul e que há 3 anos se dedica ao Siga MS.

No entanto, além de dominarem o conhecimento em geoprocessamento e sensoriamento, esses profissionais também precisam dispor de conhecimento aprofundado sobre o setor agro, tanto de seus desafios, quanto de seus avanços.

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