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18 de julho de 2018 • Ano 7
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Economia Popular

Aceitando cartões, Jason não perde venda de bananas

Populares, máquinas de cartões ajudam vendedores de rua a ganhar clientes

16 Mar2018Valdelice Bonifácio14h00
Bananas vendidas por Jason são produzidas por seus familiares (Foto: Marco Miatelo)
  • Jason Marques da Silva deixou de trabalhar em fazendas para vir à cidade vender as bananas produzidas pela família e está satisfeito
  • Bananas vendidas por Jason são produzidas por seus familiares (Foto: Marco Miatelo)
  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Marco Miatelo)

A esquina das ruas Presidente Dutra e Santo Ângelo, no Bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, é o ponto fixo de venda de bananas de Jason Marques da Silva, 27 anos,  há cerca de seis anos. Contudo, foi há quatro meses que ele descobriu uma nova fórmula para incrementar as vendas. Passou aceitar cartão de débito e crédito na comercialização do produto, segundo ele, a pedido dos clientes.

Com a máquina na mão, ele explica que o negócio é vantajoso.  “Passo no cartão o mínimo de R$ 3,50 que é o valor da dúzia de bananas. O desconto é pequeno, sendo R$0,8 na operação com cartão de débito e R$0,11 no crédito”, informou. “Eu tive que aceitar os cartões para não perder vendas. Os clientes cobravam”, relembra Jason que calcula já ter vendido cerca de R$ 1,380 só nos cartões desde que comprou a máquina.

A maioria dos fregueses ainda paga com dinheiro, mas para Jason a clientela do cartão deverá crescer.

Embora, a atitude de Jason de aceitar cartões para vender bananas tenha chamado atenção nas ruas de Campo Grande, o uso das máquinas já é muito comum nas feiras e pequenos comércios da Capital. A proliferação dos equipamentos explodiu no Brasil há alguns anos com a popularização das máquinas a taxas acessíveis para os pequenos comerciantes.

Uma das vantagens do uso da máquina de cartões é não ter mais que passar apuros para providenciar o troco dos clientes, por exemplo.

Mudança de vida - Jason vende apenas bananas e está satisfeito. Tem uma clientela cativa e fornecedores certos que, aliás, são familiares. “As são do sítio do meu pai no município de Pedro Gomes”, relata. Anteriormente, o sítio familiar vendia a produção para o Ceasa, mas descobriu que era mais lucrativo fazer a venda direta no varejo.

Foi aí que Jason decidiu encarar o ponto de venda na rua. “Antes eu era técnico agropecuário e trabalhava em fazendas no interior do Estado. Agora, trabalho para mim mesmo. É muito melhor”, compara.

Atualmente, Jason vende cerca de 50 caixas de banana por mês. “Eu e minha família vivemos disso”, arremata.

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