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26 de maio de 2018 • Ano 7
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Cultura

UEMS vai ajudar Feira Central a virar Patrimônio da União

Após assinatura de convênio, Universidade fará pesquisas, levantamentos de inventários e produção de documentários

17 Mai2018Da redação14h54

Na próxima sexta-feira (18), a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) deve oficializar um convênio com a Associação da Feira Central, Cultural e Turística de Campo Grande (AFECETUR). A parceria deve viabilizar que a Universidade participe do processo de registro de Patrimônio Cultural e Imaterial da União, através de pesquisas, levantamentos de inventários, produção de documentários e outros.

A cerimonia de oficialização do convênio acontecerá a partir das 9h, no Auditório do Sebrae, em Campo Grande e contará com a presença do Reitor Fábio Edir dos Santos Costa e do Prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad. Neste dia, a AFECETUR, junto a Superintendência do Iphan em Mato Grosso do Sul, SEBRAE e a Prefeitura Municipal de Campo Grande, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SECTUR) vão oferecer uma palestra técnica sobre o Processo de Registro de Patrimônio Cultural e Imaterial da União. A palestra será ministrada pelo diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial, da Sede do Iphan (Brasília), Hermano Queiroz.

Hermano deve esclarecer dúvidas quanto ao processo e falar sobre a importância do registro para a Cidade e o Estado de Mato Grosso do Sul.

Patrimônio da União - Em 2017, a Feira Central foi registrada como Patrimônio Cultural e Imaterial de Campo Grande. No início de 2018, o prefeito Marquinhos Trad, junto com o Secretário de Cultura do Estado Athayde Neri, o Vereador João Cesar Mattogrosso e as representantes da Feira Central, Alvira Appel (Presidente da AFECETUR) e Luciane Rosa (Vice-Presidente AFECETUR), fizeram o pedido de registro da Feira Central de Campo Grande como Patrimônio Cultural e Imaterial Brasileiro, diretamente a presidente Nacional do IPHAN, Kátia Bogéa. A palestra de sexta-feira (18) faz parte desse processo que será avaliado pelos conselheiros do Iphan.

Hermano Queiroz é mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional- IPHAN, foi consultor jurídico do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, diretor de Projetos, Obras e Restauro do IPAC, diretor de preservação do IPAC e diretor do Departamento do Patrimônio Imaterial do IPHAN no Brasil.

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