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23 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Arte

Restaurada, escultura de capivara volta à Morada dos Baís

Obra que tinha sido vandalizada foi consertada e reinstalada pelo artista Cleir

13 Set2017Valdelice Bonifácio18h46
(Foto: Marco Miatelo)
  • Capivara Morena foi restaurada e reinstalada na calçada da Morada dos Baís, nesta quarta-feira
  • (Foto: Marco Miatelo)
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  • (Foto: Marco Miatelo)
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Está de volta à calçada da Morada dos Baís, no Centro de Campo Grande, a Capivara Morena, criação do artista plástico Cleir, que havia sido danificada por vândalos. O artista restaurou a obra num trabalho que durou três dias e, na tarde desta quarta-feira, 13 de setembro, reinstalou a escultura. “Agora, fico na torcida para que ela seja respeitada e que todos ajudem a cuidar”, disse.

A obra foi danificada na madrugada de 8 de setembro, uma sexta-feira, quando, segundo testemunhas, um grupo de pessoas chutou a peça, que teve uma das patas quebradas, além de outros danos. Ninguém foi preso. “Infelizmente não tem câmeras no local. Não acredito que será possível punir os culpados”, analisa o artista.

Clier recompôs a escultura danificada respeitando a estrutura e a pintura da peça que tem o desenho da bandeira da Capital. Além da capivara que leva sua assinatura, ele esculpiu outras quatro que foram pintadas por outros artistas locais, sendo Ana Ruas, Isaac de Oliveira, Jonir Figueiredo e Guto Naveira. Cada uma delas foi colocada em um ponto turístico da cidade como nos altos da Avenida Afonso Pena, Feira Central, Orla Morena e Praça Ary Coelho.

As peças fazem parte do projeto artístico Capivara Urbana que foi lançado pela Águas Guariroba na manhã de 25 de agosto, no Sesc Morada dos Baís. O projeto foi a forma encontrada pela concessionária de presentear a cidade com arte nos 118 anos de Campo Grande, comemorados no dia 26 de agosto.

Esculpidas em fibra de vidro, as capivaras foram produzidas por Cleir em um processo que durou 45 dias. Cada escultura mede 90 centímetros de altura e tem 1,85 mt de comprimento.

Além de enfeitar a cidade, as obras têm uma finalidade social já que todas as capivaras serão leiloadas em dezembro.  A arrecadação será revertida a entidades assistenciais da Capital.

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