Campo Grande •23 de Junho de 2017  • Ano 6
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto

Da redação | Sábado, 11 de Março de 2017 - 15h17Homenagem a Manoel terá depoimentos de artistasSerá apresentado trecho do projeto Crianceiras, espetáculo baseado nos poemas de Manoel

(Foto: Divulgação/Senado Federal)

Na próxima segunda-feira, 13 de março, o Senado vai promover, às 11h,  uma sessão especial em homenagem ao centenário de nascimento do poeta Manoel de Barros. “Nada mais justo e oportuno que homenagear um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos, gênio reverenciado nos quatro cantos do mundo. O Manoel nasceu em Cuiabá mas era sul-mato-grossense de coração. Ninguém, como ele, cantou tão bem, em versos, as belezas e mistérios do Pantanal”, afirma o senador Pedro Chaves, autor do requerimento da homenagem.

Na solenidade serão exibidos depoimentos, em vídeo, de vários artistas que admiram a obra do poeta. Além disso, o cantor e compositor Márcio de Camillo vai apresentar um trecho do projeto Crianceiras, espetáculo cênico-musical baseado nos poemas de Manoel de Barros.

“Será uma homenagem muito singela, adequada à simplicidade do nosso querido Manoel, homem reservado, de poucas palavras, mas de imensa sabedoria”, antecipa o senador. Há 18 anos, Pedro Chaves, na época reitor da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP), fundou, em Campo Grande, a Fundação Manoel de Barros, que apoia e promove projetos culturais, de desenvolvimento social e preservação ambiental.

Biografia - Manoel de Barros nasceu em 1916 e morreu aos 98 anos, em 2014, em Campo Grande (MS). Ele é considerado um dos principais poetas brasileiros contemporâneos e escrevia versos nos quais elementos regionais se conjugavam a considerações existenciais e uma espécie de “surrealismo pantaneiro”. Publicou seu primeiro livro de poesias, “Poemas Concebidos Sem Pecados”, em 1937. Em seguida, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou bacharel em Direito, em 1941.Viajou para a Bolívia e o Peru, conheceu Nova York e era familiarizado com a poesia modernista francesa.

A partir de 1960 passou a se dedicar a sua fazenda no Pantanal, onde criava gado. Sua consagração como poeta se deu ao longo das décadas de 1980 e 1990. Recebeu o Prêmio da Crítica/Literatura, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Foi contemplado também com o Prêmio Jabuti de Poesia, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, pela obra “O Guardador de Águas”.

Autoridades já confirmadas: presidente da Fundação Manoel de Barros e Reitora da UNIDERP, Leocádia Aglaé Petry Leme, vice-presidente da Fundação Manoel de Barros, Marcos Henrique Marques, Secretária de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC , Regina Assis, que representará o ministro da Educação, Mendonça Filho, a presidente do INEP, Maria Inês Fini, embaixador do Sudão em Brasília, Ahmed Elsiddig, ministro conselheiro Sanzhar Ualikhanov, senadores Waldemir Moka(PMDB), Simone Tebet(PMDB), João Alberto Souza (PMDB/MA), João Capiberibe (PSB/AP) e José Agripino( DEM/RN), deputados federais Izalci Lucas PSDB/DF e Zeca PT/MS e o  vereador Betinho (PRB/MS).

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