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23 de junho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
Cultura

Filme O Pequeno Segredo representará o Brasil na disputa pelo Oscar 2017

Produção foi escolhida entre 16 inscritos por ter chances de agradar os americanos

12 Set2016Da Agência Brasil17h42

O filme O Pequeno Segredo, dirigido por David Schurmann, foi escolhido hoje (12) como representante do Brasil na disputa pela indicação ao Oscar de 2017. Durante o anúncio, o produtor Beto Rodrigues, um dos nove membros da comissão que elegeu a indicação brasileira, disse que a decisão foi pautada em dois critérios: a qualidade técnica da obra e as chances do candidato de agradar os jurados norte-americanos. A produção foi escolhida entre 16 inscritos.

“Além dos critérios óbvios – técnicos e artísticos – existia também um pensamento de tentar escolher um filme que chegasse nos americanos e tivesse mais chance de agradar”, ressaltou Rodrigues, que falou como porta-voz, na ausência do presidente da comissão, o cineasta Bruno Barreto.

O crítico Marcos Petrucelli, que também integrou a comissão, defendeu a escolha, apesar da forte repercussão internacional de outro candidato – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho. “O Aquarius ganha essa projeção nos Estados Unidos porque é um filme já visto, ele passou no festival de Cannes”, disse ao lembrar que O Pequeno Segredo ainda não foi lançado comercialmente. A estreia do filme está prevista para o próximo dia 22.

Com roteiro de Marcos Bernstein, o filme conta a história da família Schurmann, que vive ao redor do mundo a bordo de um veleiro, e tem suas vidas transformadas ao receber a menina órfã Kat. O diretor, David Schurmann, é o filho do meio da família Schurmann e já dirigiu filmes e séries para TV.

A atriz Ingra Liberato e o diretor Guilherme Fiuza deixaram a comissão responsável pela escolha do representante brasileiro no Oscar antes do início do processo de seleção. Ingra divulgou um comunicado nas redes sociais em que também dizia que a comissão tinha “sua legitimidade questionada por grande parte da classe artística”. Fiuza alegou motivos pessoais para não participar da seleção.

Eles foram substituídos pelo cineasta Bruno Barreto e pela atriz e realizadora Carla Camurati.

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