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Arte contemporânea à novas tecnologias

Congresso exalta a troca de ideias

Ciantec busca o resgate da arte de pensar e compartilhar os pensamentos e informações das pessoas

14 Out2014Danielle Valentim18h10
(Foto: Kísie Ainoã)
  • Com espírito inovador, Paulo Cesar Barboza Mello não esconde o carinho por Campo Grande e porque escolheu a cidade para sediar a edição do congresso
  • (Foto: Kísie Ainoã)
  • (Foto: Kísie Ainoã)
  • (Foto: Kísie Ainoã)
  • Apresentação por vídeo antes do bate papo.  (Foto: Kísie Ainoã)
  • (Foto: Kísie Ainoã)
  • “Eu acredito que congressos como esse são de extrema importância para o desenvolvimento de pensamentos sobre a arte contemporânea, diz mineiro Guilherme
  • Obras de Walter Lambert (Foto: Kísie Ainoã)
  • Obras de Walter Lambert (Foto: Kísie Ainoã)
  • Obras de Walter Lambert (Foto: Kísie Ainoã)
  • (Foto: Kísie Ainoã)
  • (Foto: Kísie Ainoã)

Exposição de trabalhos, compartilhamento de informações e troca ideias. É o que acontece no Congresso Internacional em Artes, Novas Tecnologias e Comunicação (Ciantec), que segue até amanhã (15), em Campo Grande.

O Congresso começou no último 13 de outubro, no Museu de Arte Contemporânea (Marco), no Parque das Nações Indígenas. A princípio era realizado apenas em universidades, mas na concepção da organização, era muito protocolar, então decidiram avançar barreiras e levar para toda a população.

Com espírito inovador, o organizador Paulo Cesar Barboza Mello, é doutor, publicitário de formação, especialista em designer hipermídia e mestre em estética e história da arte.

Paulo ressalta, que o formato do congresso é diferente e por essa razão a participação da plateia é constante. Os orientadores têm 15 minutos de apresentação por meio de vídeo e dez minutos de debate. O vídeo é apresentado no começo e um coordenador de mesa ‘puxa’ o assunto.

“O compartilhar de experiências é o que faz o Ciantec. Nós queremos que todo mundo fale, não só quem está pesquisando, mas quem está assistindo, em toda essa viagem de informações, tentamos juntar quem fala e quem vai escutar. E para tirar o protocolo, das universidades começamos a realizar em museus”.

A primeira realização foi na USP, a segunda na Universidade Presbiteriana Mackenzie, a terceira vez foi na Universidade de Aveiro em Portugal e quando voltamos a fazer na USP, já foi em outro auditório com maior visibilidade. Desde então

Paulo explica que todas as discussões durante o congresso, são disponibilizadas em livros gratuitos, que são entregues para os participantes, e assim sucessivamente em todas as edições. Porém também é disponibilizado na internet pelo endereço ciantec.net , para que todos possam ter acesso.

E porque Campo Grande? Quando questionado sobre a escolha do local, Paulo César sorriu e afirmou: “Eu amo Campo Grande”. O publicitário que é paulista morou por muito tempo na Capital sul-mato-grossense e não escondeu o carinho pela cidade e admiração pelo Marco.

“Eu nasci em São Paulo, mas vim morar aqui muito cedo, então quer queira quer não, o carinho falou mais alto. E como o Marco é novo, deu certo com o que eu quero fazer, que é trazer para lugares novos uma audiência que seja realmente pensante”, diz Paulo.

O mestrando em comunicação pela UFJF, Guilherme Rezende, veio de Minas Gerais só para participar do evento. O mineiro também apresentará o trabalho “Práticas artísticas locativas por uma crítica à geografia urbana”, no último dia do Congresso.

“Eu acredito que congressos como esse são de extrema importância para o desenvolvimento de pensamentos sobre a arte contemporânea. O pensar, ver e dialogar, faz o diferencial do evento”, afirma o mestrando.

A conversa do primeiro dia foi sobre museus, educação, no segundo dia filosofias da contemporaneidade, imagem e ensino, e no terceiro dia cinema e obras de arte contemporânea.  

Um dos objetivos do Ciantec é o de estreitar relações acadêmicas através do contato humano, teórico e principalmente de ideias, difundindo para o mercado o resultado acadêmico conquistado, produzindo conhecimento a toda sociedade envolvida.

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