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Comédia

Cineclube UFGD exibirá "Bar Esperança" neste sábado

Exibição é gratuita e começa às 17h, no cineauditório da Unidade 1

24 Set2016Da redação09h30

Também como parte da coletânea “A Crônica Malandra de Hugo Carvana”, a comédia “Bar Esperança” (1983) será exibida neste sábado (24) pelo projeto de extensão Cineclube UFGD. A exibição é gratuita e começa às 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). A classificação indicativa do filme é de 16 anos.

Esse é o terceiro dos quatro filmes que formam a coletânea “A Crônica Malandra de Hugo Carvana” e que são apresentados na sequência pelo Cineclube até 1º de outubro, com objetivo de valorizar a filmografia de Hugo Carvana.

De acordo com a sinopse, o filme traz as frustrações, amarguras e alegrias de artistas, intelectuais, bêbados e anônimos ao redor das mesas de um bar na Zona Sul do Rio. Anna Moreno (Marília Pera) vive com o marido Zeca (Hugo Carvana) um casamento tipo delícias e horrores. Atriz, mãe de dois filhos, Anna trabalha na televisão: é personagem odiado de uma novela de sucesso. Zeca, escritor e autor de tv, entrará em crise e passará por transformações radicais. Bar Esperança conta as peripécias desse casamento, separação e reconciliação, pontilhado de sequências hilariantes e momentos de lirismo.

Coletânia - A coletânea traz uma seleção de filmes que foram telecinados e tratados para resgatar a qualidade de imagem e som do negativo original, resultando em uma exibição digital que é iniciativa conjunta da MAC Produções e do Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura.

Na “A Crônica Malandra de Hugo Carvana” os personagens – desde o Dino de “Vai trabalhar vagabundo!”, passando pelo locutor Claudio Otavio de “Se segura malandro” (1977) até o Zeca de “Bar Esperança” (1983) – marcam de forma permanente a carreira do ator e diretor de todos os cariocas nos anos de 1970 e 1980. O encerramento da Crônica será com o filme “Vai trabalhar vagabundo II” de 1991, exibido em 1º de outubro.

O Cineclube UFGD recebeu esses filmes do Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura que enviou o material para o circuito alternativo (universidades públicas, cinematecas, cineclubes etc) das cinco regiões do Brasil, com o objetivo de incentivar a exibição, sem fins lucrativos, de filmes raros para o público em geral – desde estudantes a pesquisadores e apreciadores da sétima arte.

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