Campo Grande •17 de Janeiro de 2017  • Ano 5
OrganizaçãoIvan Paes BarbosaDiretor de RedaçãoUlysses Serra Neto

| 26/02/2016 09:563 Atitudes que aumentam sua taxa de sucesso em investimentos no mercado de startups

Muita gente acha que o problema para investir é falta de tempo ou pouco dinheiro. Tenho que te avisar que essas pessoas estão erradas. Quem geralmente reclama de falta de tempo, gasta boa parte do seu dia fazendo tarefas pouco produtivas – ou simplesmente inúteis. Assim como boa parte de quem diz não ter dinheiro sempre encontra um jeito para comprar um novo celular, uma Smart Tv novinha ou aquele par de sapatos.
 
Arrisco dizer que “Não tenho tempo nem dinheiro” é a versão adulta de “o cachorro comeu meu trabalho. Você sabe que lá no fundo, nós podemos sim fazer algo para gerenciar nossas finanças. Falta disciplina e um pouco de conhecimento para isso.
 
Por isso reunimos aqui cinco dicas de coisas que você precisa saber para começar a investir.
 
1. Definir seus objetivos
 
Se você não sabe onde quer chegar, não adianta correr, você nunca chegará!
 
Escrever todos os seus objetivos é o primeiro passo para começar a investir. Mas não apenas os seus objetivos financeiros. Todos os seus objetivos de vida. Lembre-se que é por eles que você está entrando nesse mercado.
 
Comece com curto, médio e longo prazo. Que tal os objetivos para os próximos seis meses? Depois dobre o prazo, um ano. Em seguida dobre de novo e assim consecutivamente até chegar na sua aposentadoria.
 
Veja essa lista como exemplo:
 
Comprar um novo carro
 
Realizar aquela viagem sonhada
 
Reformar meu apartamento
 
Comprar uma casa própria
 
Ter um filho
 
Se aposentar e ir morar na praia
 
2. Investimentos diferentes, abordagens diferentes.
Entender onde está pisando garante o percurso.
 
Entenda os diferentes tipos de investimentos de acordo com o risco de cada um para garantir que seu dinheiro tome o rumo certo.
 
Essencialmente são três tipos de investimentos: conservadores, moderados ou arriscados.
 
Você pode imaginar que o correto é evitar os arriscados e concentrar esforços nos moderados e conservadores, certo? Errado. Tudo depende da sua estratégia.
 
Veja os exemplos:
 
Investimentos Conservadores: renda fixa, poupança, CDB de bancos, fundos indexados ao CDI
Investimentos Moderados: fundos que tentam superar a rentabilidade do CDI, fundos imobiliários com bons imóveis
Investimentos Arriscados: ações, opções, negociação forex, fundos que buscam superar o Ibovespa e fundos imobiliários com imóveis não tão bons
 
3. Escolha uma corretora de valores
 
Apesar do seu gerente ser um ótimo profissional, ele nem sempre está ao seu lado. Como são comissionados, gerentes podem ser influenciados pelas metas mensais e nem sempre oferecer o melhor conselho. Por isso é importante ter mais de uma opinião.
 
Nesse ponto entram as corretoras de valores, instituições voltadas para investimentos, onde qualquer um pode criar contas – assim como num banco.
 
A grande maioria das corretoras de valores não cobra nada para abertura de contas, e ao contrário do que muitos pensam, é geralmente é mais barato investir por meio de uma corretora do que por um banco.
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