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19 de julho de 2018 • Ano 7
Diretor de RedaçãoUlysses Serra Neto
II Congresso de Empresas Familiares
Agropecuária

Iagro suspeita de botulismo na morte de bovinos

Resultados laboratoriais dos exames são esperados para a próxima semana

8 Ago2017Da redação, com infomações do site Rural News13h00

A Agência Estadual de Defesa Sanitária e Animal (Iagro) aguarda o resultados de exames para atestar a causa da morte de 1,1 mil cabeças de gado que estavam no confinamento da Marca 7 Pecuária, na fazenda Monica Cristina, no município de Ribas do Rio Pardo, a 40 quilômetros de Campo Grande. Contudo, segundo o órgão a suspeita inicial é de que os animais tenham sido acometidos por botulismo – doença que afeta o sistema nervoso e provoca paralisia no animal.

Como os animais estavam praticamente prontos para o abate, os prejuízos estão sendo calculados em aproximadamente R$ 2 milhões. As mortes começaram na quinta-feira passada, 2 de agosto. Os animais mortos foram enterrados na própria fazenda em uma vala de 4 metros aberta em uma área elevada. O traballho terminou no sábado, 5,  "em verdadeira operação de guerra", segundo pecuarista. Outros 500 animais do confinamento que não morreram estão sendo monitorados.

Os resultados laboratoriais dos exames são esperados para a próxima semana. Por enquanto, não há registro de doenças em fazendas vizinhas à Mônica Cristina. Os exames serão feitos no Estado, mas uma segunda análise deverá ser feita por um laboratório de São Paulo.

Nos exames são usadas amostras da ração dos bovinos e da água consumida por eles. Conforme a Revista Veterinária, o botulismo bovino é uma intoxicação causada por conta da ingestão da bactéria Clostridium botulinum e que pode acarretar, em um curto período, a paralisia motora dos animais, por conta do microorganismo, que vai para a corrente sanguínea e chega ao sistema nervoso central. 

Marca 7 - Em nota, o proprietário da Marca 7 Persio Ailton Tosi, informou que a propriedade organizada, com 42 anos na atividade pecuária, é uma de cinco fazendas, assistidas por três médicos veterinários, responsáveis pela nutrição e reprodução de todo rebanho.

Ainda conforme a nota, todos animais da propriedade, e especialmente aqueles do confinamento já tinham sido vacinados individualmente no tronco de contenção, em obediência ao que determina o Ministério da Agricultura.

"As operações de confinamento na marca 7 Pecuária repetem-se já por 11 anos, com muita eficiência e respeito a sanidade e ao meio ambiente.A fazenda produz 80% dos animais na categoria de novilho precoce, colaborando para produzir no Mato Grosso do Sul, a melhor carne do Brasil", diz a nota.

Conforme o pecuarista, o caso isolado e não há o que preocupar-se em termos de doença desconhecida ou qualquer epidemia. 

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